sábado, 2 de agosto de 2014

BRASIL: RJ: RIO DE JANEIRO: 
Igreja de Nossa Senhora da Apresentação de Irajá - 
Church of Our Lady of Presentation of Irajà

1 – Localização: 
Município do Rio de Janeiro. Ap 3.3. Irajá. Praça Nossa Senhora da Apresentação, 272 (-22.831593, -43.326485)
2 – Histórico:  
Em 1613, o Jesuíta Gaspar da Costa ergueu uma capela em Irajá, num pequeno outeiro, no vale central da antiga Fazenda Irajá, produtora de açúcar. Segundo o Padre Antônio Freitas a igreja foi construída pela comunidade com um custo de 10 contos de réis, no entanto, segundo documentos existentes na Torre de Tombo Portugal, a construção do templo foi feita pelo governo com custo de 11 contos de réis e não diretamente com recursos dos fazendeiros. 
Esta Igreja fundou o Doutor o Padre Gapar da Costa, que foy o primeyro Vigario della, he esta Paroquia Vigayria, & sem Vigario pago por El Rey, por serem dele os dízimos.” (Santa Maria, 1722, Tomo X, Livro III, Título XXXV, pg. 191)
“[...] tendo os seus moradores feito a sua custa a mesma Igreja.” (Araújo, 1794)
[...], nem consta que S.M. haja feito contribuição alguma, ou aplicação, pois se vê, que até a mesma Igreja foi fundada a custa dos Povos moradores: só da Real Fazenda se dá ao pároco 200$rs. ao Coadjuctor 25$rs., e para o guizamento 23$920rs. (Araújo, 1794)
Em 30 de dezembro de 1644 é criada a terceira freguesia da capitania do Rio de Janeiro, a de Nossa Senhora de Irajá por Don Antônio de Marins Loureiro. O filho de Gaspar foi seu primeiro vigário.
“Foi criada esta Freguesia pelo Revmo. Prelado desta Capitania o Doutor Antonio de Marins Loureiro, em atenção aos graves, incomodos, que sentia o povo, pela notável distância que havia deste logar a esta cidade, não podendo o Revdo. Pároco da Freguesia de S. Sebastião, e o de Nossa Senhora da Candelária que foram as primeiras estabelecidas nesta Capitania socorrer prontamente com os Santos Sacramentos ao povo, e almas circunvizinhas, e sujeitas pelo reconcavo desta Cidade; e por essa mesma causa era de necessidade, que morressem muitas pessoas sem nenhum dos mesmos Sacramentos, tendo então a seu cargo as duas ditas Freguesias mais de 20.000 almas; sendo também os caminhos intratáveis, e intransitáveis [...] Para este fim fez o dito Administrador e Prelado um instrumento de testemunhas, e aos párocos existentes Manoel da Nobrega [não é o famoso padre Jesuíta do século XVI], da Matriz de São Sebastião, e João Manoel de Melo da Igreja da Candelária, fez notificar para a divisão das novas paróquias e conforme a Disposição do Direito Canônico [...] erigiu esta Paróquia no Campo de Irajá em o dia 30 de dezembro do ano de 1.644, [...] (Araújo, 1794)
 “O Prelado Antonio de Marins Loureiro , [...] depois de notificar os Párocos Manoel da Nóbrega , que era da Freguezia de S. Sebastião , e Joaõ Manoel de Mello , da Candellaria , para a divisão de seus territórios , tendo erigido em Parochia a Capella Curada de S. Antonio de Sá , criou ao mesmo tempo na Capella dedicada à N. Senhora da Apresentação , e fundada pelo Padre Gaspar da Costa no Campo de Irajá outra Igreja Parochial à 30 do mez de Dezembro de 1644.”(Araújo, 1820, vol.3, pg. 7-8)
Creou esta freguezia o prelado António de Marins Loureiro em 30 de dezembro de 1044 e cofirmou-a D. João IV pelo alvará de 10 de fevereiro de 1047, ordenando que fosse de natureza collativa e se consignasse ao pároco a côngrua de 200$000.” (Azevedo, vol. 2, pg. 491)
A criação da paróquia foi confirmada por D. João IV, em seu Alvará de 10 de fevereiro de 1647.
Esta criação assim como a das outras mais Freguesias, de que falarei em seu lugar foi confirmada pela Magestade do Sr. Rey. D. João IV, em seu Alvará de 10 de fevereiro de 1647; e ao seu Pároco foi mandado dar sustentação, e manutença outro tanto ordenado, como tinham os Vigários das Igrejas referidas e as mais das mesmas Capitanias da sua Real Fazenda, procedida dos Dízimos das mesmas Capitanias. Por esta relação bem se conhece, que a Freguesia de Nossa Senhora da Apresentação de Irajá é uma das duas mais antigas do Reconcavo.” (Araújo, 1794)
“Confirmando El Rei D. Joaõ IV. essa nova Matriz , pelo Alvará de 10 de Fevereiro de 1647 e mandando , que se erigisse de natureza Collativa , consignou ao Pároco a Côngrua annual de 200 reis. Construido o Templo existente com paredes de pedra , e cal , foi ornado o seu interior por sete Altares, no maior dos quaes se conserva perpetuamente o SS. Sacramento em Sacrário.” (Araújo, 1820, vol.3, pg. 8)
            Os capitães João Pereira de Lemos, Bento Luíz de Oliveira Braga, Francisco Soares de Melo, e Eugênio de Paiva Ferreira contribuíram com as suas esmolas avultadas para a renovação da igreja
“Quem fosse o Senhor do terreno, ignora-se mais é bem provável, que pertence ao mesmo, de quem foi ou em que se acha fundada a casa de residência do Revdo. Pároco. [...] A custa do desvelo e católico zêlo do Cap. João Pereira de Lemos, que associado a sí ao Cap. Bento Luíz de Oliveira Braga, ao Cap. Francisco Soares de Melo, e ao, falecido hoje, Eugênio de Paiva Ferreira, e cada um destes e os seus lavradores, que contribuiram com as suas esmolas avultadas, foi esta Igreja renovada em todo o seu material, principalmente no seu madeiramento por todo o Corpo, e Capela Mór, fazendo-se-lhe também boa Sacristia, Consistório, e Tribunas, que não tinham antes; e nesta obra se gastaram mais de 4$000 Cruzados: Não está contudo concluída por lhe faltar o zêlo da maior parte dos Fregueses, e não haver quem concorra para o resto das despesas. Por esta mesma causa ainda se conservam sem reboques as mesmas paredes no seu exterior de todos o Corpo da Igreja.” (Araújo, 1794)
            Entre 1701 e 1731 foi construída a atual igreja, por diligência do Padre João de Barcellos Machado.
[...] o Padre Joaõ de Barcellos Machado , por diligencias de quem se construiu a Igreja Matriz que subsiste, correndo os annos de 1701 à 1731.”(Araújo, 1820, vol.3, pg. 10)
[...] o templo que subsiste foi construído com paredes de pedra e cal pelo vigário João de Barcellos Machado em 1701 a 1731.” (Azevedo, vol. 2, pg. 492)
Em 1710, a Inquisição surpreendeu vários cristãos-novos no seu interior, prendendo-os. Entre os presos estavam os pais de Antônio José da Silva, o Judeu, (1705-1739), advogado, escritor e autor teatral, morto pela Inquisição em Lisboa. 
            A igreja foi reformada de 1742/1743 a 1747.
“Pelos anos de 1.743 á 47 se reformou o retabulo, e Arco da Capela Mór, fêz-se a torre e o frontespício, reformou-se todo o Corpo da Igreja, e se puzeram novos Sinos, sendo Vigário Colado e Fabriqueiro o R. Francisco de Araújo Macedo. Este mesmo mandou fazer a caixa de prata para as Ambulas, que se conservam na Casa do Batistério, os dois Relicários para o Sagrado Viático, e a caldeira de prata, que tudo pesou 200 Marcos, e 41 gramas. (Araújo, 1794)
[...] o Padre Francisco de Araújo Macedo...A' este Pároco he devedor o Templo parochial da reforma que teve o Arco da Capella mor , e o Corpo da Igreja ; em cuja frente se fez a nova torre , correndo os annos de 1742 à 47. A' sua custa proveu a Parochia de Ambulas de prata n’uma caixa do mesmo metal para o uso do Baptistério ; de dous Relicários para o Sagrado Viatico , e d' uma Caldeira também de prata , para Agua benta : o que tudo pesou 12 marcos e 41 oitavas.” (Araújo, 1820, vol.3, pg. 10)
A igreja era bem situada e de bom tamanho.
“Ela não deixa de ser aprazível pelo lugar da sua situação, que é na chapada de um morrete de pequena elevação.” (Araújo, 1794)
“O comprimento dela desde a porta principal té o Arco é de 105 palmos [23m]; e a largura de 40 ditos [9m] do Arco té Capela Mór tem 63 palmos [14m] de comprimento, e 27 [6m] ditos de largura.” (Araújo, 1794)
Tinha 7 Altares com o Maior; neste se conservava o Sacrário, e a Imagem da Padroeira (Nossa Senhora da Apresentação) do Menino Deus, do Espírito Santo, de São Sebastião e de Santo Antônio. Do lado esquerdo, no 1º estava a Imagem de São Miguel; no 2º a de São Jerônimo, onde se colocou também a da Nossa Senhora das Dores, do Senhor Morto e de Santa Bárbara; no 3º a da Nossa Senhora da Lapa, e nele a de Santa Ana com a da Virgem Maria menina e a de São Joaquim; no lado direito, no 1º a Nossa Senhora do Rosário; no 2º a de São Miguel da Lapa; no 3º o de Santa Escolástica.  Havia, também as imagens de de São Domingos, ambas e de Nossa Senhora do Amparo, em seu próprios Altares. 
A Imagem da Senhora he muyto fermosa, & tem muytos devotos, os quaes a servem, 7 lhe fazem a sua festividade, em o seu dia de vinte 7 hum de novembro, & este dia he muyto solemne, 7 se solemniza com muyta grandeza, & concurso. [...] A Senhora do Rosario está em Capella particular [...] (Santa Maria, 1722, Tomo X, Livro III, Título XXXV, pg. 191-192)
“Tem 7 Altares com o Maior. Neste se conserva o Sacrário, e a Imagem da Padroeira: da parte do Evangelho [esquerda] no 1º está a Imagem de S. Miguel; no 2º a de S. Jeronimo, onde se colocou também a da Sra. das Dores; no 3º a da Sra. da Lapa, e nele a de S. Ana: da parte da Epístola [direita], no 1º a Senhora do Rosário; no 2º a de São Miguel da Lapa; no 3º o de Santa Escolástica. Este, e o da Senhora da Lapa foram posteriormente acrescentados para que na sua creação só houverão 4 Altares laterais. Todos eles axei bem ornados ainda que algumas das suas alfaias tivessem necessidade de reforma: só o de Santa Escolástica tendo o seu retábulo pronto para ornar ainda não está pregado os retábulos dos mais estão em bom uso.” (Araújo, 1794)
“Construido o Templo existente com paredes de pedra , e cal , foi ornado o seu interior por sete Altares, no maior dos quaes se conserva perpetuamente o SS. Sacramento em Sacrário.” (Araújo, 1820, vol.3, pg. 8-9)
No altar ultimo d’esta Igreja, do lado do Evangelho [esquerda], se acha a Imagem de S. Jerónimo , onde também foi collocada a de Santa Escolástica , por disposição testamentária de Prudência de Castilhos , que fallecida a 10 de Junho de 1713 declarou na Verba do seu testamento [...] Declaro , que tenho uma imagem de Santa Escolástica , a quem tenho particular devoção ; e dezejando que seja venerada com a decência possivel , quero , e fie minha ultima vontade , que a dita imagem de Santa Escolástica se leve para a Igreja Parochial de N. Senhora da Apresentaçaõ , minha Freguezia , e se ponha no altar de [S. Jerónimo] , e que todos os mezes do anno in perpetuum se diga uma Missa à honra da dita Santa Escolástica por minha alma ; para o que deixo da minha Fazenda duzentos mil reis [...] e para algum ornato da dita imagem.” (Araújo, vol. 3, pg. 8-9)
No ultimo altar do lado do Evangelho [esquerdo] collocarão-se as imagens de S. Jeronymo e de Santa Escolastica, sendo esta ultima ahi depositada por disposição testamentária de Prudência de Castilho que, perecendo era 10 de junho de 1703, pedio se venerasse nesse altar a referida imagem e se rezasse todos os mezes uma missa em seu louvor e por alma della instituidora, legando para esse fim 200$000. Diz o monsenhor Pizarro que se cumpriu algum tempo esta disposição, mas que depois cahio por não haverem os parochos exigido aquella verba, talvez por ignorarem sua existência. (Azevedo, vol. 2, pg. 492)
            Tinha um Sacrário sofrível e pia batismal de pedra.
“O Sacrário, achei com sofrível asseio, e é doirado por dentro. As Ambulas dos Santos Oleos são de prata, e a sua caixa: [...] A Pia Batismal é de pedra mármore, e acha-se perfeitamente recolhida entre grades [...] (Araújo, 1794)
Tinha muitas imagens.
Prata:1 Píxide de prata, antiga, e doirada. 2 Relicários doirados. 1 Custodia, cujo pé serve de Cálice separadamente, obra antiga. 1 Turíbulo. 1 Naveta. 1 Caldeirinha p/ água benta. 1 Lâmpada. 1 Caixa, em que se guardam as Ambulas dos Santos Oleos. 1 Dita em que separadamente se conserva a Ambula dos Santos Oleos. Imagens:1 da Senhora da Apresentação. 1 Do Menino Deus. 1 Do Espírito Santo. 1 De São Sebastião. 1 De Santo Antonio. Todas no Altar Maior. 1 De São Miguel - no seu Altar. 1 Da Senhora das Dores. 1 Do Senhor Morto. 1 De Santa Bárbara. 1 De São Jerônimo. Estas no Altar da Senhora das Dores. 1 Da Senhora da Lapa. 1 De Santa Ana, com a da Virgem Santa em forma de menina. 1 De São Joakim. Esta no Altar da Senhora da Lapa. 1 De Nossa Senhora do Rosário. 1 De São Domingos. Ambas em seu próprio Altar. 1 Da Senhora do Amparo, em seu próprio Altar. 1 De Santa Escolástica, em seu próprio Altar.” (Araújo, 1794)
Possuía 7 irmandades.
Há nesta Igreja muytas Irmandades, & entre ellas, duas do Rosario, huma de brancos, & outra de pretos, & cada huma destas Irmandades faz a sua festa particular com muyta grandeza, & concurso, & fervorosa devoção. No dia em que se faz a festa principal da Senhora do Rosario he em a primeyra Dominga de Outubro; neste dia concorre innumeravel povo ; porque toda aquella povoação he devotíssima da Senhora do Rosario [...] Os pretos fazem a sua festa em outro dia, que se me não declarou, mas nelle procuram não serem excedidos dos brancos , porque também entram com emulação.” (Santa Maria, 1722, Tomo X, Livro III, Título XXXV, pg. 191-192)
“Hão nesta Paroquia 7 Irmandades: 1ª do SSmo. Sacramento. Esta vive tão esquecida do seu primeiro fervor, das suas obrigações que só me constou se ajuntava em corporação pela Semana Santa [...] A Irmandade do SSmo. foi erecta a requerimento do Revdo. Vigário Gaspar da Costa, pelo Revmo. Prelado Administrador Antonio de Mariz Loureiro em Provisão de 21 de junho de 1.647. 2ª da Senhora d´Apresentação Padroeira que se conserva amortecida, mas a instâncias minhas procurão revivê-las alguns Irmãos zelosos que ainda existem. 3ª A de S. Miguel quase extinta. 4ª A da Senhora do Rosário nos mesmos termos; ou ao menos esquecida dos seus deveres. 5ª de São Benedicto, anexa a do Rosário. 6ª A da Senhora da Lapa, inteiramente decadente e anexa também a do Rosário. [...] 7ª a da Sra. do Amparo morta de todo.” (Araújo, 1794)
            O pároco tinha casa própria.
“N'esta Freguezia tem os Párocos casa própria de residência , e um pequeno passal.” (Araújo, 1820, vol.3, pg. 10)
O vigário tem casa própria de residência com um terreno annexo , ignorando-se o titulo da fundação.” (Azevedo, vol. 2, pg. 492)
[...] um legado estabelecido por Prudência de Castilho, na quantia de 200$rs. Este dinheiro foi recolhido ao Cofre Eclesiástico [...] o Rev. Francisco de Araújo Macedo, para se cumprir por Legado da testadora: e querendo este segurar o dito dinheiro, para que não sucedesse faltar o cumprimento do mesmo Legado, requereu ao Exmo. Sr. Bispo D. Frei Antônio do Desterro houvesse de lhe tomar em venda, que pretendia fazer as casas, que tinha de residência ao pé da Matriz, com 100 braças [110m] de terra em quadra, dos que possuia, e em que estavam situadas as mesmas casas, muito suficientes para residência dos Párocos futuros... Deste modo vemos, que os párocos desta Igreja não padecem o mesmo mal, que a maior parte dos do Reconcavo sofrem, pela falta de casa, e de reduto para as suas bestas. [...] A casa de residência dos Párocos, hé própria[...] (Araújo, 1794)
A igreja era alicerçada sobre a base de granito e foi construída com paredes de espessura de 0,80 metros, altura de 7 metros, largura de 10 metros e comprimento de 40 metros; as paredes eram de pedras empilhadas, coladas com cal e óleo de baleia. O peso da estrutura é tanto que existem arrimos (espécie de suporte), para manter as paredes de pé. Além dessa igreja, somente o Convento do Carmo, no Centro Rio, conserva essa característica até hoje. Mas em 1877 a igreja estava em mal estado.
“O corpo desta igreja matriz está em ruinas e abandonado para o culto que se executa na capella-mór.” (Azevedo, vol. 2, pg. 492)
Tinha 8 capelas filiais.
“1ª de Nossa Senhora d´Apresentação, na distância de ½ legoa para ESE. [...] 2ª de Nossa Senhora da Conceiçam no Engenho do Senhor Mestre de Campo, Inácio Manoel de Lemos Mascarenhas Castelbranco, em distância de 1 legoa para o rumo de E., [...]. 3ª de Nossa Senhora da Penha, em distância de 1. ¼ de legoa, pouco mais ou menos para o mesmo rumo, [...] 4ª A de Nossa Senhora da Ajuda, da chamada Fazenda Grande, de que é Senhor, José Pereira Dias, [...] 5ª No chamado Engenho Novo, [...] em distância de mais de 2 legoas para o W. [...]  6ª A de São João Batista em Sacupema [...] em distância de 1. ½ legoa, para o SSW. [...] 7ª A que existe na Fazenda chamada dos Afonsos, em que está um F. Mesquita, distante 2 legoas pouco mais ou menos, para o rumo de SSW. [...] 8ª A que existe no lugar chamado Inhomocu, distante mais de 2 legoas para o W. [...].” (Araújo, 1794)
Os limites da freguesia eram:
Tem de extensão esta Freguesia, 3 legoas pouco mais ou menos consideradas tanto no seu comprimento como em largura: porque para a parte de S. vai a finalisar com a Freguesia de S. Tiago de Inhaúma com 1. ½ legoa: com outra tanta distância divide-se pelo SW. com a de Nossa Senhora do Loreto de Jacarepaguá, pela estrada geral: pelo rumo do WSW. Termina com duas legoas, pouco mais, com a de Nossa Senhora do Desterro do Campo Grande: pelo W. vai a terminar em pouco mais de 1. ½ legoa com a de São João de Merití, pela ponte do Rio chamado "Mirití", junto ao mar, ou águas salgadas.” (Araújo, 1794)
Limita-se , ao Norte , com a Freguezia de S. Joaõ de Mirití em pouco mais 1 ½ legoa , na Ponte do Rio Miriti , próximo ao mar: à Leste , chega com 2 legoas , mais ou menos , de distancia ao mar , comprehendendo a Ilha de Marçal de Lima , sita na boca do Rio Miriti : ao Sul , finaliza com a Freguezia de S. Tiago de Inhaúma, em 1 ½ legoa : noutra extensão semelhante se encontra , ao Sudoeste , com a Freguezia de N. Senhora do Loreto, e S. Antonio de Jacarépaguá : e no rumo de Oeste, ou Oessudoeste , termina em 2 legoas com a Freguezia de N. Senhora do Desterro de Campo Grande. Nesse circulo comprehende 350 , ou pouco mais Fogos, e 4.600 Almas sugeitas á Sacramentos.” (Araújo, 1820, vol.3, pg. 10-11)
A rainha D. Tereza Cristina, esposa de D. Pedro II, doou à Igreja uma cômoda de três peças para guardar paramentos e três bancos que pertenciam a Capela Real. Em 1902 o Governo do Distrito Federal confiscou o cemitério que ficava nos fundos da igreja e pertencia à irmandade. Em 1926 a Matriz foi pintada e reformada, a custa de esmolas e donativos angariados pelo Padre Januário Tomei, então Vigário, que não se limitou a pedir entre os seus paroquianos, quase todos pobres, mas estendeu o seu apelo a outras freguesias. Em 1946, sob a orientação do Padre Juan Luís Garrido a igreja passou por uma fundamental reforma interna. O teto original em abóboda de madeira, que estava completamente roído pelo cupim, foi trocado por cimento, por um plafond de concreto, no mesmo feitio arcado do anterior, perdendo a simplicidade barroca. O chão, que era de largas e compridas pranchas, e também se achava apodrecido, foi cimentado e recebeu novo piso.Durante esta reforma verificou-se, por uma viga retirada do coro assim como, pela escada que dá acesso ao presbitério que, tanto a capela-mor como o coro foram construídos muitos anos após ter sido levantada a nave. Na vigatraz, aberta a canivete, em algarismos que autenticam a sua antiguidade, a data de 1695; e os degraus, que são de madeira, por sua vez indicam que ali foram colocados posteriormente, pois são colados na coluna que forma o arco cruzeiro. Se fossem construídos na mesma ocasião, seriam de pedra, como o próprio arco.Também no século XX os altares originais de madeira foram tirados e substituídos por embutidos de alvenaria, restando, no entanto, um deles no museu da igreja, seu número foi reduzido para apenas para 2 altares laterais de cada lado. Até 1993, havia, onde atualmente existe um jardim e um altar, o cemitériodairmandade, em que não havia sepultamento desde a década de 1940. Os sinos atuais, foram construídos a partir das peças do antigo, inaugurado pelo pároco Jan Kaleta em 8 de novembro de 1989. Em fins do século XX os altares de madeira originais foram retirados e substituídos por altares embutidos de alvenaria,.
A igreja de Nossa Senhora da Apresentação em Irajá é uma das igrejas mais antiga ainda existente na cidade. Apesar das reformas, a igreja ainda mantém relíquias, como o altar-mor, o sacrário e a pia batismal, assim como as imagens da Nossa Senhora da Apresentação, de Nossa Senhora das Dores e do Senhor Morto, feitos em madeira há quatro séculos. Sob o altar, encontram-se enterrados alguns benfeitores, como Honório Gurgel, o que deu nome ao bairro e era dono das terras. O diferencial da Igreja de Nossa Senhora da Apresentação está em suas paredes, que são as mesmas há 400 anos, bem como a pia batismal e o portal, datado de 1613. Em todo o Brasil, a Paróquia de Nossa Senhora da Apresentação é a única igreja de invocação mariana com esta denominação, a qual tem profunda ligação com o Templo de Jerusalém, pois refere-se à apresentação de Maria aos Sacerdotes do Templo para a formalização de sua maioridade religiosa, passando a ser reconhecida como uma mulher adulta. A sua festa é 21 de novembro.
3 – Descrição: 
Apresenta orientação geral norte-sul, com frente virada para o norte, com maior eixo no sentido ântero-posterior. A fachada anterior é dividida em corpo e torre sineira à esquerda. O teto é de telhas em duas águas. A parte central (nave) apresenta uma porta em verga curva com sobreverga e no segundo andar (coro) três janelas em verga curva com sobreverga; nos dois cantos há cunhais. Acima fica uma cimalha que suporta um frontão triangular, com tímpano liso, tendo no centro um óculo cruciforme; no telhado, no canto direito, há um pináculo. À esquerda fica a torre sineira, que tem uma seteira no primeiro e segundo andar. No alto ela tem duas janelas em arco em cada face, cada uma com um sino; no topo há uma cúpula e um pináculo em cada canto. Nos cantos da torre sineira há cunhais. A parede lateral direita é dividida em três segmentos por muros laterais transversos de sustentação. No trecho mais anterior há uma porta de verga reta; no muro há um altar com uma imagem de Nossa Senhora. No espaço em frente à imagem há uma base quadrangular com uma grande cruz em cima. O segundo trecho, entre os dois muros transversos, tem também uma porta de verga reta. O trecho após o segundo muro (mais posterior) compreende o grosso do comprimento da igreja, sendo dividido em 3 seções por dois cunhais: no primeiro trecho há uma porta e uma janela de verga reta no primeiro andar e duas janelas de verga reta no segundo andar; no trecho central há uma porta de verga reta no primeiro andar e uma janela de verga reta no segundo andar; no trecho final há uma janela de verga reta no primeiro e no segundo andar. A parede lateral tem na sua parte mais anterior a torre sineira, depois uma porta de verga reta e em seguida um pequeno muro transverso de sustentação, também seguido de uma porta de verga reta. Depois a parede se projeta um pouco para fora e tem uma estrutura semelhante ao trecho final da parede do outro lado, com a diferença que o trecho correspondente ao setor após o segundo cunhal está coberto pela construção de um anexo moderno, onde fica o museu da igreja. Anexos modernos também cobrem a maior parte da parede posterior da igreja.
O interior possui nave única. Logo acima da entrada fica o coro com suas três janelas para a face anterior da igreja. O teto da entrada (piso do coro) é pintado com 3 painéis. O teto da nave é abobadado e possui 4 painéis e algumas inscrições em latim (Tu gloria Jerusalem, Tu laetitia Israel [Tu alegria Israel], Tota pulchra es Maria [Toda bela és Maria], etc.). Nas paredes laterais há quadros das estações da via sacra e no alto das paredes laterais e no arco-cruzeiro há, também, pequenos quadros circulares. Atualmente cada lado possui duas portas de verga reta para o exterior e dois altares laterais. Na parede esquerda, logo após a entrada há um nicho com a pia batismal de pedra. A capela-mor tem de cada lado, no primeiro andar, duas portas de verga reta e, no segundo andar, duas portas de verga reta abrindo cada uma para um balcão com balaustrada; há, também, dois painéis pintados em cada lado. O teto da capela-mor é abobadado e possui pinturas. Na frente do altar fica o sacrário e acima um crucifixo. O altar-mor tem, em ambos lados, duas belas coluna coríntias acaneladas. O belo altar-mor tem no alto a imagem de Nossa Senhora da Apresentação de Irajá. Embaixo do altar há o Cristo morto. À direita da nave fica um cômodo com bancos, confessionário, imagens (inclusive São Jorge em um nicho) e um altar com um grande Jesus crucificado ladeado por anjos. No lado esquerdo há a sacristia com várias imagens e móveis antigos de madeira. No anexo há um museu com um dos altares originais em madeira, além de vestes do padre e imagens, inclusive um São José deitado. Atrás da igreja fica a Santa Casa e o cemitério de Irajá.
4 – Visitação: 
A igreja abre às 7:00hs. Tel. 2471-9014
5 – Bibliografia:
- SANTA MARIA, Agostinho de. Santuário Mariano. Tomo X, Lisboa: Oficina de Antonio Pedrozo Galram, 1722
- ARAÚJO, José de Souza Azevedo Pizarro e. Visitas Pastorais de Monsenhor Pizarro ao recôncavo do Rio de Janeiro.Arquivo da Cúria e da Mitra do Rio de Janeiro (ACMRJ), Rio de Janeiro, 1794.
- ARAÚJO, José de Souza Azevedo Pizarro e. Memórias Históricas do Rio de Janeiro e das Províncias anexas à Jurisdição do Vice-Rei do Estado do Brasil, vol. 3. Rio de Janeiro: Impressão Régia, 1820.


Church of Our Lady of Presentation: Brazil, State of Rio de Janeiro, City of Rio de Janeiro, Irajá 
            The church was constructed in 1613, being one of the the oldest still existent in the city. Its walls were made from stone, almost a 1 meter in width. From 1741 to 1743 it was reformed and the tower bell was constructed. It still has ancient wooden images.


Igreja de Nossa Senhora da Apresentação de Irajá. Satélite Google Earth
Vista do satélite google. À direita vê-se o Cemitério de Irajá
Frente e lado direito, 1950. Observe a edificação telhada em primeiro
 plano e que já não  mais existe
Frente. Observe que há um crucifixo na frente da igreja
que já não está mais lá
Frente, cerca de 1946. Observe que há um
crucifixo na frente da igreja que já não está
mais lá


Vista frontal
Frente (foto do autor)
Frente (foto do autor)
Frente (foto do autor)
Frente (foto do autor)
Frente (foto do autor)
Frente (foto do autor)
Frente (foto do autor)
Frente (foto do autor)
Frente e lado direito. Observe o muro transversal à direita e na frente uma
base com crucifixo (foto do autor)

Lado direito. Observe o muro transversal à direita com um oratório
e na frente uma base com crucifixo (foto do autor)
Lado direito. Observe o muro transversal à direita com um oratório
e na frente uma base com crucifixo (foto do autor)
Lado direito. Observe o muro transversal à direita com um oratório
e na frente uma base com crucifixo (foto do autor)
Lado direito. trecho entre os dois muros transversos, atrás do muro da
foto anterior. (foto do autor)
Lado direito. trecho entre os dois muros transversos, atrás do muro da
foto anterior. (foto do autor)
Lado direito. Segundo muro transverso (foto do autor)
Lado direito. Trecho após o segundo muro transverso, o da foto anterior.
Observe as portas e janelas (foto do autor)
Lado direito. Trecho após o segundo muro
 transverso, o da foto anterior. Observe
as portas e janelas (foto do autor)
Lado direito. Trecho após o segundo muro transverso, o da foto anterior.
Observe as portas e janelas (foto do autor)
Lado direito. Trecho após o segundo muro transverso, o da foto anterior.
Observe as portas e janelas (foto do autor)
Lado direito. Observe o muro transversal
 à direita com um oratório e na frente
 uma base com crucifixo (foto do autor)
Lado direito. Oratório (foto do autor)



Lado esquerdo. O museu é naquela porta mais à esquerda(foto do autor)
Lado esquerdo. Trecho mais anterior. (foto do autor)
Lado esquerdo. Torre sineira, face posterior.
 (foto do autor)
Lado esquerdo. O museu é naquela porta mais à esquerda (foto do autor)
Lado esquerdo. O museu é naquela porta mais à esquerda (foto do autor)
Lado esquerdo.Trecho posterior (foto do autor)
Jardins com imagens à esquerda da igreja (foto do autor)

Nave e altar mor (foto do autor.
                                              Interior. Nave e capela-mor (foto do autor)
Nave e coro. Observe o teto
com painéis pintados (foto do autor)
Nave e coro. Observe o teto
com painéis pintados (foto do autor)

Nave e coro. Observe o teto
com painéis pintados (foto do autor)
Nave e coro. Observe o teto
com painéis pintados (foto do autor)
Nave e coro. Observe o teto
com painéis pintados (foto do autor)
Nave. Arco cruzeiro. (foto do autor)
Nave. Observe o teto em baixo do coro
com painéis pintados (foto do autor)
Nave. Observe o teto em baixo do coro
com painéis pintados (foto do autor)
Nave. Observe o teto em baixo do coro
com painéis pintados (foto do autor)
Nave. Lado direito e capela-mor. Observe a porta entre os dois altares na
parede direita (foto do autor)
Nave. Lado direito, ao fundo o coro
 (foto do autor)

Nave. Lado direito. Observe os 2 altares (foto do autor)
Nave. Lado direito. Observe o alto da parede e o teto com painéis pintados
 (foto do autor)
Nave. Lado direito. Observe os 2 altares (foto do autor)
Nave. Lado direito. Observe o altar e ao fundo o coro (foto do autor)
Nave. Lado direito. Observe os 2 altares (foto do autor)
Nave. Lado direito. Observe a porta e o coro. Pode-se entrever os painéis
 pintados na face de baixo do piso do coro (foto do autor)
Nave. Lado direito. Altar mais próximo da
entrada. Na base há os símbolos α e Ω
 (foto do autor)
Nave. Lado direito. Altar mais próximo do
Arco Cruzeiro. (foto do autor)

Nave. Lado direito. Altar mais próximo da
entrada. Na base há os símbolos α e Ω
 (foto do autor)
Nave. Lado direito. Altar mais próximo da
entrada. (foto do autor)

Nave. Lado direito. Altar mais próximo do
Arco Cruzeiro. (foto do autor)
Nave. Lado direito. Altar mais próximo do
Arco Cruzeiro. (foto do autor)

Nave. Lado direito. Altar mais próximo do
Arco Cruzeiro. (foto do autor)
Nave. Lado direito. Altar mais próximo do Arco Cruzeiro. Detalhe da base.
 (foto do autor)
Nave. Lado direito. Altar mais próximo da entrada.
Na base há os símbolos α e Ω  (foto do autor)
Nave. Lado direito. Altar mais próximo da entrada.
Na base há os símbolos α e Ω  (foto do autor)
Nave. Lado direito. Altar mais próximo da
entrada. (foto do autor)
Nave. Lado direito. Observe a porta e o altar  (foto do autor)
Nave. Lado esquerdo. Observe os altares e portas. Em primeiro plano o
 nicho da pia batismal (foto do autor)
Nave. Lado esquerdo. Observe os altares e portas. Em primeiro plano o
 nicho da pia batismal (foto do autor)
Nave. Lado esquerdo. Observe os altares e portas. (foto do autor)
Nave. Lado esquerdo. Observe os altares e portas. Detalhe da parte
 superior, incluindo o arco cruzeiro (foto do autor)
Nave. Lado esquerdo. (foto do autor)
Nave. Lado esquerdo. Altar mais
próximo do coro (foto do autor)

Nave. Lado esquerdo. Altar mais
próximo do arco cruzeiro (foto do autor)
Nave. Lado esquerdo. Altar mais próximo do
coro (foto do autor)

Nave. Lado esquerdo. Altar mais próximo do arco cruzeiro.
Detalhe da base (foto do autor)
Nave. Lado esquerdo. Pia batismal (foto do autor)
Nave. Lado esquerdo. Pia batismal 
(foto do autor)
Nave. Lado esquerdo. Pia batismal (foto do autor)


Nave. teto. Observe as pinturas e
inscrições em latim. (foto do autor)
Nave. teto. Observe as pinturas e
inscrições em latim. (foto do autor)

Nave. teto. Observe as pinturas e inscrições em latim. (foto do autor)
Nave. teto. Observe as pinturas e inscrições em latim. (foto do autor)
Nave. teto. Observe as pinturas e inscrições em latim. (foto do autor)



Capela-mor (foto do autor)
Capela-mor (foto do autor)
Capela-mor (foto do autor)
Capela-mor (foto do autor)

Capela-mor (foto do autor)

Capela-mor. Detalhe da mesa do altar (foto do autor)
Capela-mor. Detalhe (foto do autor)

Capela-mor. Sacrário (foto do autor)
Cristo morto embaixo do altar (foto do autor)
Capela-mor. Altar-mor com Nossa
Senhora (foto do autor)
Capela-mor. Altar-mor com Nossa
Senhora (foto do autor)

Capela-mor. Altar-mor com Nossa  Senhora. Observe as colunas coríntias
 (foto do autor)

Capela-mor. Altar-mor com Nossa  Senhora (foto do autor)

Capela-mor. Altar-mor com Nossa Senhora 
e na frente o crucifixo (foto do autor)
Capela-mor. Lado direito. (foto do autor)
Capela-mor. Lado direito. Observe os balcões e os quadros. (foto do autor)

Capela-mor. Lado direito. Observe o
balcão e o quadro. (foto do autor)
Capela-mor. Lado direito. Observe o
balcão e o quadro. (foto do autor)
Capela-mor. Lado direito. Observe o balcão e os quadros. (foto do autor)
Capela-mor. Lado direito. Observe o balcão e o quadro. (foto do autor)
Capela-mor. Lado direito. Observe o
balcão e o quadro. (foto do autor)
Capela-mor. Lado direito. Observe as
colunas coríntias. (foto do autor)

Capela-mor. Lado direito. Observe o
quadro. (foto do autor)

Capela-mor. Lado direito. Observe os
balcões e os quadros. (foto do autor)

Capela-mor. Lado esquerdo. Observe os quadro e balcão. (foto do autor)
Capela-mor. Lado esquerdo. Observe o quadro e balcões. (foto do autor)
Capela-mor. Lado esquerdo. Observe os quadros e balcão. (foto do autor)
Capela-mor. Lado esquerdo. Observe o quadro e balcões. (foto do autor)
Capela-mor. Lado esquerdo. Observe a porta os quadros e balcões
 (foto do autor)
Capela-mor. Lado esquerdo. Observe as
colunas coríntias. (foto do autor)
Capela-mor. Lado esquerdo. (foto do autor)


Capela-mor. Teto. Observe as pinturas (foto do autor)

Capela-mor. Teto e altar-mor. Observe as
pinturas (foto do autor)
Capela-mor. Teto e altar-mor. Observe as
pinturas (foto do autor)

Capela-mor. Teto. Observe as pinturas (foto do autor)

Cômodo à direita, visto desde a parede anterior. Observe a imagem à direita
e um pouco depois o nicho (de São Jorge) e à esquerda o confessionário.
Altar com crucifixo ao fundo (foto do autor)
Cômodo à direita, parede direita.
Confessionário (foto do autor)
Cômodo à direita, parede esquerda.
Imagem (foto do autor)

Cômodo à direita, parede anterior.
Imagens (foto do autor)




















Cômodo à direita, parede esquerda. São Jorge (foto do autor)




Cômodo à direita, parede posterior. Altar com crucifixo (foto do autor)
Cômodo à direita, parede posterior. Altar com crucifixo (foto do autor)
Cômodo à direita, parede posterior.
Altar com crucifixo (foto do autor)
Cômodo à direita, parede posterior.
Altar com crucifixo (foto do autor)

Cômodo à direita, parede posterior. Altar com crucifixo. Detalhe da base
 do altar (foto do autor)
Sacristia. Vista desde a parede anterior. Observe os móveis e imagens
(foto do autor)
Sacristia. Vista desde a parede anterior.Observe os móveis e imagens
 (foto do autor)
Sacristia. Observe os móveis e imagens
 (foto do autor)
Sacristia. Detalhe das imagens acima do móvel principal (foto do autor)
Sacristia. Detalhe das imagens acima do outro móvel (foto do autor)

Sacristia. Vista desde a parede anterior
(foto do autor)
Sacristia. Imagem na parede anterior
(foto do autor)

Altar original no Museu da Igreja
(foto do autor)

São José morto, Jesus e Nossa senhora. Museu da Igreja. Observe os
detalhes nas fotos abaixo (foto do autor)
São José morto. Museu da Igreja
(foto do autor)
Jesus.  Museu da Igreja
(foto do autor)
Móvel. Museu da Igreja (foto do autor)
Móvel. Museu da Igreja (foto do autor)
Órgão. Museu da Igreja (foto do autor)